Kittens…

Só gatos, por que beesha baranga tem que ser barrada no baile M.E.S.M.O. Nhé!

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De volta do fim do mundo (depois do exílio: mucho muuucho amor prá dar)

Publicado por Ligia em Março 25, 2008

Hola Bonecas. É voltei tá! Fui lá no fim do mundo, passar frio. Ok não derreti nada, confesso, con-ge-lei. Comprei ceroulas para o frio e meias roxas de lana para sobreviver. Ah é. agora tenho um gorrinho escrito “Ushuaia”. Fiz esquibunda no glaciar, passei cagaço na aerosilla, enjoei no Beagle Channel… Tierra del Fuego beibes, é ou não é a cara de quem já nasceu no mundo cheia del fuego de los dioses. Eu né gentem, humildade zero. Mas prá que se o que importa na vida é ser lindo e ter muito glamour? Me aguentem, me afofem, me amem, por que lá no frio do sul do mundo tive crisezinha de saudades. Afinal esses gringos peludos não sabem nada de festa, não sabem nada de lama. Sabem bailar tango muito bem e sabem ser dramáticos. Mas muito pelo nessa vida a gente desconfia, cheios de ” te quiero mucho”, são mesmo um bando de boludos (peludos argh). Voei, voei e voei de volta. Nunca na vida tive tanta intimidade com os céus. Muitos réaus mais pobre pero contenta. Mas hora de morfar para a vida fora dos contos de fada e voltar ao trabalho. Basicamente fazer nada, tomar litros de água e chá verde, comer barrinhas de cereal e escrever aqui neam.
Mas aguardem que essa semana abundará. Quero sair, tomar minhas doses do gin tônica da saúde e dançar até derreter. Nada mais nada menos. A cesta básica da noite. E não me venham com essas lendas de boa noite cinderela e ladrões de rins. A propósito. Tenho os dois.

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Out of Ctrl Del Tournée – The Day “1″ ( Te dei? Hum!)

Publicado por Ligia em Março 6, 2008

Zenti, então… Imagine um lugar onde você chega, atravessa uma cortina vermelha de a kinda plástico, ou enfim, outro derivado do petróleo, com luzes rubras no maior motel do centrão style. E você pode ouvir assim, uma mouça, cantando Maria Bethânia, Ângela Rorrrro e todo aquele CD da sua aula de spinning. E neste distinto lugar inicia-se a Out of Ctrl Del Tournée. Bafo néammm, como não poderia deixar de ser, afinal a realeza só frequenta o pheeno, do pheeno. Anyway, fiquei loka à níveis da Britney, chacoalhei o corpitcho, dancei até o chão, permaneci, resistindo até o último minuto e não lembro como dormi. Acordei em casa, desacompanhada e parcialmente vestida. Ok, nem foi tão bafo, mas né, ainda é quinta-feira e eu trabalho. Então tá bom. Afinal o que importa é sair com a realeza, divertir, rir e ser feliz. Faz assim, um bem prá pele sabe? E a vida passa assim, sonhando acordada por que afinal dormir é perder tempo, e o bom mesmo é sonhar! E que sonho! Sonho nada boba, a.l.u.c.i.n.a.ç.ã.o. Coletiva ou autista by myself, mas alucinando sempre que alucinar é preciso. Enquanto isso é esquentar os paetês e a meia arrastão, afinal sexta tá aí, e na sexta não basta o sangue azul, nem a pele de veludo, tem que montar beibe, que beesha baranga não entra no bonde real. Então, lembra quando eu falei que estou solteenha? Tou mesmo gatos, assim nem adianta botar good night Cindy no meu Campari que nem isso me segura! Essa semana o queijo é meu, não desço nem prá Björk! Alilás, só desço se for amarrada, de camisa de força arrastada por dois bombadíssimos de sunga de vinil direto prá Rehab (néam Amy?). E não aceito menos!

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Talvez…

Publicado por Ligia em Fevereiro 5, 2008

“…e invente um amor que não existe, que nunca existiu…”

Se não existiu não sabe avaliar, tamanha a efemeridade do sentimento. Mas era real, quando estava ali vivendo aquele momento o tal “amor” era real. Não apenas real, mas o maior amor do mundo. Não, não se tratava de algo inventado, pois ela sentia arder o peito e não poderia parar de olhá-lo. Delicado, jovem, lindo e loiro. Não parecia assim tão jovem. Mas pelas dúvidas, melhor perguntar-lhe a idade. 24 anos respondeu. Três menos que ela. Ariano, mais jovem. Karma? Talvez. Mas quando sorria, as covinhas no rosto e seus olhos, ah como brilhavam. E assim o via, jovem. E imaginava que quando pequeno deveria ter cachinhos dourados, como um anjo. Mas aquela noite, à luz de velas num resto-bar em Retiro, ela se afundava na leveza de seus olhos e no calor de suas mãos. Sim eram quentes. Quentes e seguras demais para as mãos de alguém tão jovem. Curioso, mas aprazível.Jovem, mas nada bobo, nada ingênuo. Sorriso de menino, mas já era um homem. Homem o suficiente. E entre um beijo e outro não podiam esperar. Não esperaram. E sem muito que escolher entregaram-se às luzes fúccias de um amor fácil e transitório. E assim seguiram por uns dias, até que não se podia mais. Até que as obrigações e as cousas do destino os separaram. Foi bonito, cálido, quente e efêmero. Não foi um amor inventado, esteve ali, no calor dos corpos baixo às luzes róseas e púrpuras daquelas noites. Coisas para recordar-se e sorrir. Lembranças leves de um amor que existiu, mas que já não está. Talvez seja assim por caprichos da beleza, que por vezes teima em ser tão efêmera, mas nem por isso menos bela.

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Amores de férias

Publicado por Ligia em Fevereiro 5, 2008

E nas férias tudo é lindo, divertido, colorido e com brilho. E a gente pode escolher o amor com quem vai passar o tempo. Mas por que a sensação de ter escolhido “o amor errado”? E qual seria o certo? Talvez não seja assim tanto por escolher “o errado”, mas seria uma curiosidade de como seriam as coisas com o supostamente certo. Não, certo não é a melhor palavra, mas sim aquele que pelos infortúnios do destino não escolhemos. Mas, como diz um amigo: “Life is good”. E afortunadamente sempre se pode voltar atrás e experimentar. Ou, pelo menos Ojalá que se pueda…

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